Os tesouros da Serra da Capivara

Localizado no coração do Piauí, o Parque Nacional Serra da Capivara tem mais de mil sítios arqueológicos e algumas das figuras rupestres mais antigas do País
por Bruno Segadilha  |  fotos Andre Dib





Uma boa notícia para os fãs de ecoturismo e apaixonados por natureza e história: a partir do dia 10 de dezembro, a Azul fará voos regulares para São Raimundo Nonato, porta de entrada do Parque Nacional Serra da Capivara, no Sudeste do Piauí. Em uma área de cerca de 130 mil hectares, o Parque Nacional Serra da Capivara, foi criado em 1979 para preservar vestígios arqueológicos da mais remota presença do homem na América do Sul. A história do parque, porém, começou em 1963, quando a arqueóloga franco-brasileira Niède Guidon, então funcionária do Museu do Ipiranga, em São Paulo, organizou uma exposição sobre figuras rupestres no Brasil. Durante o evento, Niède recebeu a visita de um senhor que lhe mostrou fotos de pinturas feitas perto de sua cidade, no interior do Piauí.













Só em 1970 Niède viu pessoalmente as figuras, numa visita à Serra da Capivara. Nove anos de estudos depois, nascia o parque, considerado hoje um museu a céu aberto, com sítios arqueológicos e paleontológicos entre as formações rochosas, repletos de esqueletos humanos, instrumentos de pedra lascada e pinturas rupestres. Só na Toca do Boqueirão da Pedra Furada, um dos pontos mais famosos do lugar, há 1.200 imagens, feitas entre 6 mil e 12 mil anos atrás. Em 1991 a região foi reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade e atraiu a atenção do mundo inteiro. A porta de entrada do parque é a cidade piauiense de São Raimundo Nonato, cidade com hotéis, pousadas e infraestrutura para quem quer se aventurar nos paredões rochosos e cheios de histórias do parque. 













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