8 dicas para curtir Belo Horizonte

A partir de maio, a Azul incrementa sua malha de rotas e Belo Horizonte passa a ter 51 operações diárias da companhia. Que tal aproveitar um fim de semana na encantadora capital mineira? Selecionamos 8 dicas para curtir Belo Horizonte, incluindo algumas joias arquitetônicas e endereços imperdíveis para você conferir de perto a culinária regional

fotos Shutterstock e Ariel Martini





Cultura

Erguido nos anos 1940, o Conjunto Moderno da Pampulha é um dos maiores símbolos da arquitetura de Oscar Niemeyer e cartão-postal da capital mineira. Ali ficam o Museu de Arte da Pampulha (antigo cassino), a Casa de Baile, o Iate Clube, praças projetadas por Burle Marx e uma pequena igreja (veja abaixo). 

Também projetada por Niemeyer, a Igreja de São Francisco de Assis (foto), chamada de Igrejinha da Pampulha, traz uma série de abóbodas de concreto armado recobertas por pastilhas azuis e brancas. A obra ainda conta com painéis de Cândido Portinari, baixos-relevos de bronze de Alfredo Ceschiatti e jardins do paisagista Burle Marx.

Inaugurada em 1898, a Praça da Liberdade é um dos principais pontos da capital mineira. Ali ficam edifícios históricos como o Palácio da Liberdade, sede do governo até 2010, e o Museu Mineiro. Vale passear por seus exuberantes jardins, com suas palmeiras imperiais, fontes, esculturas, e até um coreto. 

 Quando visitar a praça citada acima, não deixe de fazer o Circuito Liberdade, que inclui 15 instituições, como o Centro Cultural Banco do Brasil BH e o incrível Memorial Minas Gerais Vale, com 31 salas divididas em três pisos em um lindo edifício neoclássico do fim do século 19. Confira de perto também o icônico Edifício Niemeyer (1960). 





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Gastronomia

Localizado na Pampulha, o Xapuri  é um dos restaurantes mais tradicionais de Belo Horizonte, aberto há mais de 30 anos. Ali o chef Flavio Trombino serve clássicos da culinária mineira, como frango com quiabo, tutu de feijão, pastel de angu com carne seca e ainda um bufê com mais de 30 variedades de doces.

O melhor jeito de conhecer mais da comida mineira é desbravar o Mercado Central (foto), no Centro. São 435 quiosques com produtos como queijos da Canastra, cachaças artesanais, pimentas e, claro, doce de leite. Vale provar ali mesmo iguarias como iscas de fígado acebolado, empada de jiló, broinha de queijo e a tradicional limonada.

No premiado Glouton, o chef Leo Paixão pratica sua cozinha franco-mineira unindo técnicas de alta gastronomia em receitas clássicas de Minas Gerais, valorizando ingredientes regionais. Experimente o arroz melado de galinha à moda da roça ou a papada de porco assada com mil-folhas de mandioca. 

Quer comer num típico mineiro? O Bar do Antonio, com duas unidades na cidade, serve petiscos e receitas autorais, como a Costelinha Embriagada, assada no molho de rapadura com cachaça e servida com queijo Minas, ou o Boi Doido, carne de lagarto desfiada com azeitonas e alcaparras.

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