8 dicas para aproveitar Salvador

Primeira cidade fundada no Brasil, a capital baiana encanta com seu rico patrimônio histórico e cultural e sua inconfundível culinária. Confira nossas 8 dicas para aproveitar Salvador

por Bruno Segadilha | fotos Shutterstock e Divulgação

Cultura

No Centro Histórico, o bairro do Pelourinho (foto) exibe construções onde viveram as famílias mais abastadas do Brasil colonial, com casas geminadas de dois e até três andares e bem coloridas. A palavra pelourinho refere-se à coluna localizada no centro da praça, onde os escravos eram castigados por seus senhores. 

O Elevador Lacerda é outro ícone da cidade. Inaugurado em 1873, tinha o objetivo de facilitar o transporte de mercadorias que chegavam ao porto, na Cidade Baixa, até a Praça da Sé, na Cidade Alta. Vale a pena descer pelo elevador e seguir até o Mercado Modelo, logo em frente. 

Outro cartão-postal da cidade, a Igreja do Senhor do Bonfim reúne milhares de pessoas na segunda quinta-feira do mês de janeiro para a Lavagem das Escadarias do Bonfim. É a segunda maior manifestação cultural do País, perdendo apenas para o Carnaval. 

O bairro Rio Vermelho concentra uma grande quantidade de bares, boates e restaurantes, fazendo da região um reduto boêmio. É em suas ruas que está a Casa do Rio Vermelho, onde viveram Jorge Amado e Zélia Gattai. O lugar foi transformado em um museu que reúne móveis e objetos do casal e conta a história de dois dos maiores autores brasileiros. 





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Gastronomia

Comandado pela chef Tereza Paim, o restaurante Casa de Tereza, no Rio Vermelho, serve delícias da culinária baiana em um ambiente decorado com peças de artistas locais. Além da famosa moqueca (foto), tem pratos como a carne de fumeiro, uma carne de porco defumada típica do sertão, e o ensopado de carneiro. 

Capitaneado pelos chefs Fabrício Lemos e Lisiane Arouca, o Origem oferece um menu degustação composto de 14 etapas e renovado diariamente, de acordo com os ingredientes do dia. No cardápio, delícias como o filé do sol com mil-folhas de aipim, tropeiro de cuscuz e creme de queijo e o arroz de frutos do mar. 

Instituição baiana, o acarajé, bolinho feito com massa de feijão-fradinho e recheado com vatapá e camarões, tem várias versões na cidade. Vale a pena experimentar o Acarajé da Cira, no Rio Vermelho. A massa é feita ali mesmo e frita na hora, o que garante um quitute aerado e fresquinho, já que o grão ainda não fermentou. 

Especializado na “cozinha de fogo”, o Carvão, no bairro Chame-Chame, prepara seus ingredientes na brasa, conferindo um sabor defumado inconfundível. Na casa do chef Ricardo Silva, brilham carnes como o excelente T-Bone, servido com farofa de castanha, mil-folhas de aipim, farofa de ovos, feijão-verde.





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